Bragança - Trás-os-Montes - Portugal

Quinta-feira, 05 de Fevereiro de 2009


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A empresa intermunicipal “Resíduos do Nordeste” entregou cerca de 2700 euros à Associação Laço para ajudar na aquisição de duas unidades móveis de rastreio do cancro da mama que vão servir mais de 20 mil mulheres portuguesas e que custaram cerca de 409 mil euros.

 

A empresa responsável pela gestão dos resíduos sólidos do distrito de Bragança e concelho de Vila Nova de Foz Côa foi um dos 23 sistemas municipais aderentes à campanha da Laço denominada por “duas causas por uma causa” que também envolveu a Sociedade Ponto Verde.

 

Cada sistema municipal contribuiu com um euro por cada tonelada de embalagens provenientes da recolha selectiva e recicladas durante o ano de 2008, enquanto a Sociedade Ponto Verde contribuiu com 50 cêntimos por cada tonelada de embalagens recicladas a nível nacional.

 

A Resíduos do Nordeste registou 2707 toneladas, o que perfaz os 2707 euros entregues à Associação Laço.

 

 

 

Escrito por CIR

publicado por Sonicphil às 11:09

Sábado, 31 de Janeiro de 2009
    Estes bombeiros ocupam postos de trabalho permanentes nas associações humanitárias de bombeiros voluntários, e queixam-se de "serem profissionais de facto, mas não de direito".
    Em causa estão motoristas, telefonistas, maqueiros, entre outros que, no Nordeste Transmontano são mais de uma centena de elementos. A reunião tem lugar neste sábado, em Bragança, numa iniciativa do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL).
Segundo explicou à Lusa o dirigente sindical Francisco Marcos, deste encontro sairá uma resolução para entregar às diferentes entidades com responsabilidades no sector, uma caderno de reivindicações para a criação de um regulamento que estabeleça as condições mínimas de carreiras, ingresso, progressão, entre outras.
De acordo com o dirigente sindical, por falta de regras, cada associação humanitária "paga o que bem entende" a estes profissionais, com "frequente acumulação de tarefas, cargas horárias excessivas e a confusão de voluntariado com as funções profissionais".
Para Francisco Marcos, "está mesmo em causa a segurança dos serviços prestados", daí a importância da definição de um mínimo de regras para o exercício destas funções.
O STAL está a promover por todas as regiões do país encontros no âmbito da acção reivindicativa por um regulamento de condições mínimas.
No encontro de Bragança, serão também discutidas questões ligadas às políticas governamentais para a Protecção Civil, de que são agentes também os bombeiros.
Em causa estão o financiamento das associações humanitárias de bombeiros voluntários, a falta de meios para as operações de socorro e as políticas de saúde.
 
Fonte: http://www.maraoonline.com
 
publicado por Sonicphil às 12:02

Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009


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Recuperar moínhos e dotá-los de micro-centrais de produção de energia eléctrica.

É este o projecto que uma empresa espanhola, a Hidroequador, quer pôr em marcha em cerca de 300 moínhos do nordeste transmontano.

 

No projecto estão envolvidas algumas freguesias do concelho de Bragança.

França é a que vai contribuir com o maior núcleo.

Ao todo serão sete os moinhos requalificados.

 

3 Moinhos em França, 3 em Montesinho e um em Portelo vão ser requalificados por uma empresa espanhola ligada às energias renováveis.

O objectivo é pôr os moinhos a produzir energia que depois será vendida à EDP.

A empresa espanhola vai assumir todas as despesas com as obras de requalificação e a junta de freguesia vai receber uma percentagem sobre os lucros da venda da produção de energia.

O presidente da Junta de França só vê vantagens neste projecto. “É uma oportunidade única de matar três coelhos de só uma cajadada”, conta. “Recupera-se património, adquire-se receita, que vai depender da quantidade de água, e beneficia-se também o turismo”, explica Amândio dos Santos Costa. De acordo com o mesmo, a junta presta apenas apoio para a empresa fazer.

 

A junta de freguesia vai receber 10% dos lucros da exploração dos moinhos nos 10 primeiros anos, a partir dos 15 anos, a margem é aumentada para 15%.

Amândio dos Santos Costa sublinha ainda que os interesses da freguesia foram salvaguardados, sobretudo no que toca à exploração dos moinhos pela população. “A questão da moagem e da rega foi salvaguardada”, garante. Segundo o autarca “quando for necessário moer a empresa pára uma semana ou duas e as pessoas vão moer e quanto à rega vão ter de disponibilizar a água e o canal para três meses e meio de rega nos meses de Verão”.

 

O presidente da junta já tem algumas ideias quanto aos investimentos que poderá fazer com o dinheiro da exploração dos moinhos. “Há infra-estruturas de rega que vamos precisar de renovar ou de fazer novas e é para aí que vão as verbas”, adianta. Por outro lado, Amândio dos Santos Costa fala ainda em renovar a Casa do Povo de França.

Em França será ainda criado um novo posto de trabalho já que uma pessoa da freguesia vai ficar responsável pela vigilância dos moinhos.

 

Apesar de o protocolo com a empresa espanhola já estar assinado, as obras de requalificação dos moínhos não devem começar antes do segundo semestre deste ano.

 

 

 

Escrito por Brigantia

 
publicado por Sonicphil às 11:36

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