Bragança - Trás-os-Montes - Portugal

Quinta-feira, 16 de Junho de 2011
publicado por Sonicphil às 22:01

Terça-feira, 07 de Dezembro de 2010

 

 

Levantam-se dúvidas quanto ao incidente que envolveu o avião que faz a carreira entre Lisboa e Bragança, na última quinta-feira. A empresa vai agora abrir um inquérito interno.

 

Fotografias a que tivemos acesso pouco após a aterragem mostram um dos cabos de electricidade cortados ainda preso à fuselagem do avião e não ao trem de aterragem.

 

Mas quatro dias volvidos e ainda não há uma explicação para a baixa altitude a que estava a voar o aparelho na altura em que bateu nos cabos de média tensão, na zona de Vale de Lamas, uma aldeia próxima do aeródromo.

 

 

Contactada a Aerovip, a empresa responsável pela carreira de serviço público, com comparticipação estatal, foi-nos garantido apenas que “a empresa está a tentar apurar o que aconteceu”. Quanto às dúvidas sobre as condições de segurança do próprio avião é que não houve comentários.

 

Mas o próprio comandante distrital da Protecção Civil, Carlos Alves, tem dúvidas quanto ao que aconteceu.

“Vou inteirar-me disse a seguir. O organismo que licencia os aeródromos (INAC) é extremamente exigente. Achei estranho o incidente”, admite Carlos Alves, que garante que “os planos de emergência estão sempre prontos a entrar em funcionamento e se acontecesse alguma coisa com certeza que iríamos tirar de lá as pessoas”.

 

Carlos Alves admite que a fraca visibilidade é um problema e que a autarquia terá feito alguma pressão para que não fossem cancelados voos para o aeródromo de Bragança.

 

“Este ano foi feito um grande esforço, mas eu não gosto de falar do municipal, para não lhes tirar protagonismo e para lhes fazer entender que têm responsabilidade a esse nível, mas foi feito um esforço para não haver interregnos da ligação a Lisboa”, adianta. “O problema são as questões de visibilidade, e as ajudas à navegação que o nosso aeródromo tem, ou não tem, ou tem deficitárias”.

 

Recorde-se que o presidente da câmara de Bragança, Jorge Nunes, um dos passageiros no voo acidentado, garantiu na última sexta-feira que os meios são suficientes.

 

“Não temos aparelhos de que dispõe Lisboa para uma aterragem automática, nem é viável que os teremos nos próximos anos mas os meios são suficientes, funcionaram bem, o aeródromo está certificado e tudo o que tinha de acontecer, aconteceu em tempo útil”, garantiu Jorge Nunes.

 

Há cerca de ano e meio foi instalado um novo radar de auxílio às aproximações do aeródromo municipal, que custou cerca de um milhão e trezentos mil euros.

 

Também a pista tinha sido já aumentada para os actuais 1700 metros.

A Brigantia contactou também o Instituto Nacional de Aviação Civil mas, até ao momento, não tivemos qualquer resposta.

 

Escrito por Brigantia

publicado por Sonicphil às 11:09

Quarta-feira, 05 de Novembro de 2008

 

 

 

 

 

publicado por Sonicphil às 15:00

Domingo, 02 de Novembro de 2008

Montesinho

 

Sagres

 

Fátima

Castelo de Bragança

 

publicado por Sonicphil às 11:07

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