Bragança - Trás-os-Montes - Portugal

Terça-feira, 15 de Novembro de 2011

Muito preocupado. Foi desta forma que o candidato da lista C a presidente do conselho directivo regional da secção Regional do Norte da ordem dos enfermeiros ficou ao visitar, ontem, as unidades hospitalares de Bragança e Mirandela da Unidade Local de Saúde do Nordeste.

 

Renato Barros diz ter encontrado uma classe desmotivada pela não renovação dos contratos e denuncia que está a haver défice de enfermeiros nos hospitais da região.

 

Renato Barros afirma mesmo que pode estar em causa a prestação de cuidados de saúde básicos aos doentes.

“Nunca pensei encontrar um cenário tão mau como aquele que encontrei. Em Bragança encontrámos um serviço de cirurgia com 25 camas mas apenas dois enfermeiros”, sublinhou.

 

Exemplo da desmotivação dos enfermeiros passa pelo recente despedimento de cerca de três dezenas de enfermeiros, que preocupa Renato Barros.

 

“Vamos, numa próxima visita, tentar junto da administração perceber melhor o que se está a passar. Há situações dramáticas”, frisou.

 

As preocupações manifestadas pelo enfermeiro Renato Barros que tem percorrido a Região na divulgação do seu projecto regional e do projecto nacional que subscreve. Este, liderado pelo Enfermeiro Manuel Oliveira como Candidato a Bastonário e denominado “Pela Enfermagem, Um Compromisso” e que no norte assume-se “Pela Enfermagem, Um Compromisso com o Norte”.

 

Escrito por CIR

publicado por Sonicphil às 18:32

Terminadas as obras, o heliporto do hospital de Bragança deve ficar hoje certificado pelo Instituto Nacional de Aviação Civil, para poder voltar a acolher a aterragem de helicópteros de emergência médica.

 

O último passo para que isso aconteça é passar o teste de um simulacro de queda de um helicóptero, que decorreu esta manhã.

 

O segundo comandante dos bombeiros de Bragança, Carlos Martins, contava, esta manhã, o que estava a acontecer no heliporto do Hospital de Bragança.

 

“Estamos a simular um acidente de uma aeronave com um incêndio. Utilizámos espuma de média expansão. Temos também as equipas hospitalares prontas para receber as vítimas”, explicou.

 

Carlos Martins garante que os bombeiros de Bragança estão prontos a acorrer a qualquer incidente com o helicóptero do INEM.

 

“Os bombeiros têm a formação dada pela ANA no aeroporto dos Açores, e outra dada pelo INAC nas nossas instalações. Para além disso temos a experiência de dar apoio todos os dias às operações do avião que faz a carreira regular entre Bragança e Lisboa”, explicou.

 

Este simulacro concentrou diversos meios dos bombeiros de Bragança no parque de estacionamento do hospital.

O objectivo era retirar cinco supostas vítimas de um acidente de helicóptero daquilo que seriam os destroços do aparelho.

 

Dos elementos do INAC presentes no local, nenhum quis prestar declarações.

A certificação deve ser emitida nos próximos dias.

 

Escrito por Brigantia

publicado por Sonicphil às 18:29

Sábado, 05 de Novembro de 2011

 

 

Demitiu-se a enfermeira directora do Centro Hospitalar do Nordeste. Conceição Vieira já terá mesmo apresentado a sua demissão por escrito. Conceição Vieira terá apresentado a demissão por escrito na última quinta-feira, mas a administração diz que ainda desconhece a decisão.

 

Sem gravar declarações, Henrique Capelas, o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar do Nordeste, referiu que tem estado fora de Bragança e confirmou apenas que a enfermeira directora está de baixa médica.

 

Até ao momento também não foi possível entrar em contacto com Conceição Vieira.

Este pedido de demissão surge na sequência da não renovação do contrato a 39 enfermeiros.

 

 

No entanto, para esta decisão também terá contribuído a investigação da Inspecção Geral das Actividades em Saúde aos dois enfermeiros de Macedo de Cavaleiros, por alegado comportamento irregular no que diz respeito a horas extra-ordinárias.

 

 

Recorde-se que esta administração do Centro Hospitalar do Nordeste está apenas em gestão corrente, depois de ter sido criada administrativamente a Unidade Local de Saúde, no último Verão.

 

Uma entidade que vai unificar os três hospitais e os 15 centros de saúde do nordeste transmontano.

 

Escrito por Brigantia

publicado por Sonicphil às 17:13

Terça-feira, 25 de Outubro de 2011

 

Foi fechado o serviço de otorrinolaringologia da Unidade Hospitalar de Macedo de Cavaleiros. Em comunicação interna do Centro Hospitalar do Nordeste, datada de 21 de Outubro, foi comunicado aos profissionais que o serviço, que veio do Hospital de Mirandela vai voltar para a cidade do Tua.

 

Carlos Barroso, da concelhia social-democrata de Macedo de Cavaleiros, considera que se trata de mais um atentado desta administração do CHNE à unidade local.

 

‘’Para nós é errado e estranhamos que um concelho de administração que está apenas em gestão, esteja a tomar posições altamente penalizadoras para a unidade hospitalar de Macedo de Cavaleiros.’’ Acrescentando que “ o concelho de administração tem uma postura hostil para com a unidade de Macedo. E ao fazer a transferência do serviço de otorrinolaringologia para Mirandela, tendo a nossa unidade hospitalar os dois melhores blocos operatórios de todo o Nordeste Transmontano, revela alguma falta de capacidade de diálogo, inclusive, com os agentes do nordeste transmontano’’, salienta Carlos Barroso.

 

 

O presidente da concelhia do PSD de Macedo refere que a posição do CHNE para com o Hospital de Macedo tem sido de hostilidade, por isso repudia estes actos de gestão, que encareceu a saúde na região. “Não digo que seja um acto de terrorismo, mas desde que este concelho de administração tomou posse tem tido atitudes hostis para com a nossa unidade, e nós repudiamos os seus actos de gestão.’’

Carlos Barroso frisa ainda que “este concelho de administração fez com que a saúde ficasse mais cara e o acesso dos utentes tenha perdido qualidade.’’

 

O serviço de Otorrino veio para o Hospital de Macedo de Cavaleiros quando foi extinto o serviço de cirurgia. Carlos Barroso considera que foi mais um acto hostil para com os macedenses. “ O serviço de otorrino seria um contraponto à saída da pequena unidade de cirurgia que tínhamos na unidade hospitalar de Macedo de Cavaleiros, isto só revela falta de palavra dos administradores para com a unidade de Macedo. O PSD local fará todos os esforços para que isto não se venha a verificar, e não melhora em nada a saúde dos nordestinos, e ainda não sei quais os interesses obscuros dos administradores do CHNE para com a unidade hospitalar de Macedo de Cavaleiros’’, sustenta.

 

O Centro Hospitalar do Nordeste fechou o serviço de otorrinolaringologia do Hospital de Macedo de Cavaleiros. A comunicação surgiu internamente no passado sábado.

 

Escrito por CIR

publicado por Sonicphil às 11:44

Domingo, 23 de Outubro de 2011

O Comandante do Corpo de Bombeiros de Macedo de Cavaleiros ficou gravemente, nas instalações do Corpo de Bombeiros de Macedo.

O Comandante Joca, que se encontrava em serviço na corporação, estava a desligar a plataforma transportadora do tractor, quando uma mangueira de hidraulico rebentou, tendo-o atingido e ficando gravemente ferido no abdomén.
Foi transportado para a Unidade Hospitalar de Bragança e neste momento encontra-se no Serviço de Cirurgia, onde está a sofrer uma intervenção cirúrgica por hemorragia interna e danos em órgãos como baço e fígado.
A situação é grave, segundo os familiares com quem contactámos.

Actualização 22:30 - Depois de ser submetido a uma cirurgia onde teve de ser retirado o fígado, devido ao seu estado degradado pelo impacto, o nosso amigo continua internado no Hospital de Bragança com um prognóstico muito reservado. Devido á gravidade dos ferimentos internos que causaram uma hemorragia difícil de controlar, não pode ser transportado para nenhuma Unidade Hospitalar, pois o seu estado de saúde é muito debilitado e grave. Infelizmente a gravidade aumenta mas a esperança continua agarrada á vida. Assim como o Joca é um lutador, vamos todos ter  fé e buscar no mais recôndito sítio a esperança e força para que tudo corra bem.
O Cbbraganca reconhece a situação de gravidade e deseja as melhoras ao nosso amigo e Comandante. Entretanto vamos aguardando (boas) novidades.
FONTE: http://cbbraganca.blogspot.com/
publicado por Sonicphil às 12:00

Sexta-feira, 21 de Outubro de 2011

O Centro Hospitalar do Nordeste é a unidade de saúde portuguesa que suportou o maior encargo em combustíveis gasto nas viaturas de serviço dos membros do conselho de administração. É o que consta no relatório de uma auditoria do Tribunal de Contas. Cerca de 25 mil euros, em 2008, e 20 mil euros em 2009, foi quanto gastaram os sete membros da administração, em combustível.No entanto, apesar do Tribunal de Contas ter recomendado uma redução da despesa total com a frota automóvel, a administração do CHNE quase duplicou, em 2010, os gastos em combustível, ficando próximo dos 37 mil euros. Para além disso, foi o segundo mais gastador do país em despesas de telemóveis.  No mesmo relatório, o Tribunal de Contas pede urgência na reformulação do sistema remuneratório das unidades de saúde que deve ter em conta a dimensão e complexidade de gestão da cada. Os membros dos conselhos de administração dos hospitais EPE receberam 14,4 milhões de euros em 2009, mais 19% do que no ano anterior. Quanto aos números de 2010, o Centro Hospitalar do Nordeste, a única Empresa Pública Não Financeira existente no distrito de Bragança, gastou só em remunerações fixas com os sete membros da administração cerca de 385 mil euros.Só para despesas de representação, cada membro do CA recebe 970 €/mês, excepto o presidente da administração que aufere cerca de 1.300 euros. Os números são avultados, mas o CHNE não é caso único no País, mas apenas uma das 39 unidades de saúde que gozam do estatuto de Entidade Pública Empresarial - EPE.A mesma administração que invoca a necessidade de racionalizar as despesas para justificar a dispensa de 39 enfermeiros com contrato a termo certo nos Hospitais de Bragança, Macedo de Cavaleiros e Mirandela, é também aquela que, entre as 39 entidades públicas empresariais que prestam cuidados hospitalares em Portugal, mais dinheiro gasta em combustível na frota automóvel dos sete membros do conselho de administração. O relatório do tribunal de contas sobre a auditoria ao sistema remuneratório dos gestores hospitalares dos hospitais EPE, que englobou 198 administradores (39 presidentes e 159 vogais), diz respeito aos anos 2008 e 2009. Nestes dois anos, o CHNE gastou 25 mil euros e 20 mil, respectivamente. Um valor elevado que a administração justificou ao tribunal de contas pelo facto do CA ser composto por sete membros e a todos ter sido alocada viatura de serviço. A equipa que realizou a auditoria revela que o Centro Hospitalar do Nordeste definiu o limite de consumo de combustível em quilómetros, pelo que não foi possível concluir pela existência de eventuais desvios face ao limite fixado, devido à constante mutação de preços do combustível bem como o desconhecimento do tipo de combustível que as viaturas consomem. O mesmo relatório acrescenta que penas 11 unidades de saúde EPE, das 23 que afectaram viaturas de serviço aos administradores, fixaram limites para o consumo de combustíveis, cujo valor se situou entre € 3.000 mil e € 7.200 anuais. Os restantes conselhos de administração que não estabeleceram aqueles limites, que é o caso do CHNE, deviam ter actuado de acordo com os princípios de bom governo, salvaguardando o controlo de custos e a transparência, pode ler-se no relatório. Como forma de mudar este tipo de situações, a auditoria recomenda que as unidades de saúde EPE devem proceder a uma redução da despesa total com a frota automóvel, designadamente com as viaturas de serviço afectas aos administradores, relativamente ao valor executado em 2009. Apesar desta recomendação, em 2010, apuramos que o CHNE gastou em combustível 36.767 euros, quase o dobro de 2009, quando gastou 20 mil euros. Para tal aumento, muito contribuiu o presidente da administração com 13 mil euros de combustível gasto na sua viatura de serviço. Num só ano (2010), Henrique Capelas gastou mais 3 mil euros do que em dois anos juntos (2008 e 2009).O ano passado, Capelas gastou mais de mil euros mensais de combustível, fazendo, em média, cerca de 8 mil quilómetros por mês. Também António Marçoa, vogal, duplicou os gastos em combustível, passando de quase 3 mil euros, em 2009, passou para mais de 7 mil, em 2010. O director Clínico, Sampaio da Veiga, aumentou de 3 mil para 5 mil euros, Claúdia Miranda, vogal, também duplicou, ultrapassou os 4 mil e 600 euros, em 2010. Isabel Barreira aumentou a despesa em 500 euros e a enfermeira directora, Maria Vieira, teve mais 700 euros que em 2009. O único elemento da administração que diminuiu os gastos em combustível, foi José Cardoso passando de 3200 para 1900 euros, em 2010.Todos têm viaturas cujo valor oscila entre os 26 e os 30 mil euros com sistema de locação operacional com rendas mensais que variam entre 626 e os 828 euros. A auditoria verificou ainda que, em 2008 e 2009, o CHNE foi o segundo do país com maior valor de reembolso de despesas de telemóvel. Em 2008, gastou 6753 euros, só batido pelo CH Porto. Em 2009, a despesa subiu para 8683 euros, só superado pelo Médio Ave.

Em 2010 reduziu para 6579. Nos dois anos a que se reporte a auditoria, o CHNE foi reincidente no incumprimento ao falhar no dever de prestar contas ao tribunal atempadamente, isto é, até ao mês de Abril do ano seguinte a que dizem respeito.

 

Escrito por CIR

publicado por Sonicphil às 21:08

Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011

O presidente do Sindicato dos Enfermeiros acusa o hospital de Bragança de dispensar dezenas de enfermeiros contratados e necessários à prestação de cuidados às populações sem cortar nas «gorduras».

José Azevedo juntou-se ao protesto dos 39 enfermeiros contratados que estão a receber cartas de rescisão, profissionais necessários que estão a ser dispensados em vez de se «limpar as gorduras».

E as denúncias não se ficam por aqui: «No hospital de Bragança, transformaram o quarto andar em gabinetes para administradores que ninguém sabe o que estão a fazer. Há três administradores para a máquina de lavar a roupa e ainda por cima não há roupa que chegue nos serviços».
Segundo diz, o Sindicato dos Enfermeiros «já exigiu primeiro-ministro que limpe isto, que limpe o Serviço Nacional de Saúde destas inutilidades». Reclama «condições de trabalho para os enfermeiros, porque sem enfermeiros, os hospitais não funcionam».

Nos três hospitais que integram o Centro Hospitalar do Nordeste (CHNE), os de Bragança, Macedo de Cavaleiros e Mirandela, entre os mais de 400 enfermeiros, 39 têm contratos que vão caducar até ao final do ano.

Em Macedo de Cavaleiros «há serviços que estão em risco de fechar, como a Unidade de Cuidados Continuados, que já não tem enfermeiros suficientes para fazer o horário de Novembro», dá conta à Lusa uma das enfermeiras contratadas, que se juntou ao protesto frente ao hospital de Bragança. A administração não recebeu os enfermeiros.

Mas, a rescisão de contratos não é caso único em Bragança, está a ocorrer por todo o país segundo o Sindicato.

 

Fonte: http://www.tvi24.iol.pt

publicado por Sonicphil às 16:35

 

 

Cerca de uma centena de enfermeiros do Centro Hospitalar do Nordeste manifestaram-se esta manhã em Bragança por causa da não renovação de contratos de trabalho.Dos 106 profissionais que estão com contrato, 39 poderão vir a ser dispensados.Até ao momento 7 receberam carta.Os restantes já estão a ser informados verbalmente pelos responsáveis dos serviços.  Ana Pimentel, uma das enfermeiras já despedida, está a viver dias dramáticos porque o marido também pode vir a ser dispensado.“Eu trabalho no serviço de medicina e ele na Unidade de AVC’s e eu estava a gozar uma licença de maternidade e já recebi a carta a confirmar o término do contrato individual de trabalho. O meu marido termina no dia 3 de Janeiro ma está na mesma situação que eu” explica Ana Pimentel, acrescentando que “vamos ficar os dois desempregados e vai ser uma situação muito complicada. Eu até estava numa situação boa, deixei um quadro para vir para a minha terra com um contrato individual de trabalho e agora estou no desemprego e não tenho qualquer esperança”.É precisamente no Hospital de Macedo de Cavaleiros que se vive a situação mais crítica, nomeadamente na Unidade de Cuidados Continuados onde 15 enfermeiros poderão vir a ser dispensados.Ana Gonçalves e Rómulo Pinto, que estavam a trabalhar neste serviço há dois anos, já foram notificados oficialmente da não renovação de contrato.Dizem que a prestação de cuidados aos utentes vai ficar em causa.“Dois colegas já saíram do sistema biométrico sem qualquer informação aos chefes de serviço e neste momento já não é possível realizar o horário de Novembro na unidade e fica em risco de fechar” refere Ana Gonçalves. “Até agora ainda ninguém percebeu como é que os nosso lugares ainda não foram ocupados, não sabemos como vão ficar os cuidados” afirma Rómulo Pinto.Os enfermeiros juntaram-se no parque Eixo Atlântico e formaram um cordão humano até ao Hospital de Bragança.O presidente da direcção do Sindicato dos Enfermeiros deixou duras críticas à gestão do Centro Hospitalar do Nordeste.“Aqui não há má, há péssima gestão” refere José Azevedo, acrescentado que “é impensável que transformem o quarto andar do hospital num serviço de gabinetes de uns tais gestores que não têm aplicação prática num hospital como este. São arranjos para dar emprego a pessoas que não têm outra área onde trabalhar”. E dá o exemplo de “um chefe de cirurgia que praticamente não opera. Os enfermeiros ganham 900 euros, mas esse senhor e capaz de estar a ganhar 10 mil ou mais”. “São estes problemas que nós queremos que o primeiro-ministro e o ministro da saúde limpe porque são os enfermeiros que estão a pagar a factura”.

Em comunicado enviado às redacções, o conselho de administração do Centro Hospitalar do Nordeste garante que “se manterão todos os que se vier a concluir como tendo passado a necessidade permanente de posto de trabalho” e salienta que “com a constituição da Unidade Local de Saúde e consequente integração do quadro de pessoal hospitalar com o dos cuidados de saúde primários, torna-se necessário a reanálise dos recursos humanos”.

 

Escrito por Brigantia

publicado por Sonicphil às 16:28

 

Os enfermeiros do Centro Hospitalar do Nordeste vão juntar-se amanhã numa acção de protesto por causa dos despedimentos a que alguns ficaram sujeitos devido aos cortes nas despesas.Em causa estão 39 postos de trabalhos com contrato a termo certo nos Hospitais de Bragança, Macedo de Cavaleiros e Mirandela.  Já foram informados por carta que vão ser dispensados até ao final do ano não lhes sendo renovado o contrato.Esta situação poderá colocar vários serviços ou especialidades em situação de ruptura.A falta de profissionais pode mesmo pôr em causa o funcionamento do serviço de convalescença e de cuidados continuados no Hospital de Macedo.O CHNE invoca a necessidade de racionalizar as despesas para justificar a medida.Por isso, amanhã às 10H30, os enfermeiros vão juntar-se no Parque Eixo Atlântico em Bragança para contestar contra esta medida.

Esta acção de protesto foi decidida ontem durante um plenário entre os profissionais e o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses que foi convocado para avaliar a situação.

 

Escrito por Brigantia

publicado por Sonicphil às 11:55

Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2011

Foi hoje aprovada em conselho de ministros a criação da Unidade Local de Saúde do distrito de Bragança. O Governo aprovou o decreto-lei que extingue o Centro Hospitalar do Nordeste e o Agrupamento dos Centros de Saúde do Nordeste, ao mesmo tempo que criou a Unidade Local de Saúde do Nordeste, com a natureza de entidade pública empresarial, e aprovou os respectivos estatutos.

publicado por Sonicphil às 15:11

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